Talvez sua história seja parecida com a da Ana...
ela anda em ovos, pede desculpa por existir e chama de “paz” o silêncio que a vai apagando. Quando tenta pôr um limite, o peito fecha, a voz falha e a culpa vem como tsunami: “Será que exagerei?”.
Já tentou de tudo: conselhos rasos, devocionais sem prática, vídeos que inflam e esvaziam, terapia que não nomeia o narcisismo — ou pastoral que manda “orar mais” enquanto a fronteira continua arrombada. E segue confusa: “Limite é egoísmo? Cuidar de mim é abandonar quem amo?”
Resultado? Exaustão moral. Gaslighting internalizado. Um luto silencioso pela versão de si que tinha sonhos e dizia “não” sem desmoronar.
Se algo em você acena “é isso”, você está no lugar certo. Você não está louca. Você está cansada de carregar culpas que não são suas.